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Bem-vindo à Academia das Ciências de Lisboa!

A Academia das Ciências de Lisboa é uma das mais antigas instituições científicas nacionais de existência contínua. Foi fundada, no dia 24 de dezembro de 1779, durante o reinado de D. Maria I, sob o signo inspirador de um verso de Fedro*:

   Nisi utile est quod facimus stulta est gloria.
   Se não for útil aquilo que fazemos, a glória é vã.

Missão

Nos termos estatutários, incumbe à Academia das Ciências de Lisboa:

 – promover a investigação científica e divulgar os seus resultados;

 – impulsionar o estudo da História de Portugal e suas relações com outros povos;

 – fomentar o enriquecimento do pensamento, da literatura, da língua e demais fontes da ciência e da cultura nacionais;

 – contribuir para o desenvolvimento da ciência e progresso cultural do país;

 –  assegurar ao Governo português consultoria em matéria linguística e científica de interesse nacional, coordenando a sua ação com a Academia Brasileira de Letras e com a rede das academias europeias e mundiais, com especial atenção às dos países de expressão portuguesa e aos núcleos portugueses no estrangeiro;

– contribuir para a sociedade de informação, do saber e da sabedoria com vista à valorização da participação portuguesa no globalismo.

(*) Numa das suas fábulas, acerca da proteção que os deuses concedem às árvores, conta Fedro que estes estavam divididos sobre o assunto: enquanto Júpiter escolhia o carvalho, Vénus preferia a murta, Febro elegia o loureiro, Cibele gabava o pinheiro e Hércules exaltava o choupo. Como, entretanto, Minerva se admirava de só terem sido escolhidas árvores estéreis, a deusa inclinou-se antes para a oliveira, só porque esta dava frutos. Atalhando a questão e louvando a sabedoria de Minerva, disse Júpiter:
"Se não for útil aquilo que fazemos, a glória é vã".
Fábulas III, 17, 12